Graduação em Medicina e residência em Psiquiatria
DR. LEANDRO PAULINO DA COSTA · PSIQUIATRA
Experiência clínica para investigar além do diagnóstico inicial.
Médico formado pela USP, psiquiatra pelo IPq-HC-FMUSP e pesquisador em depressão resistente. Atende pessoas que procuram uma primeira avaliação criteriosa, acompanhamento ou uma segunda opinião sobre diagnósticos e tratamentos.
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QUEM É O DR. LEANDRO
Uma consulta que começa pela história completa, não apenas pelos sintomas do momento.
Há pessoas que chegam à consulta pela primeira vez e outras que já passaram por diferentes diagnósticos, medicamentos ou tratamentos sem compreender por que ainda não se sentem bem. Em ambos os casos, o trabalho começa por ouvir e organizar a história clínica com método.
Dr. Leandro investiga a evolução dos sintomas, condições associadas, saúde física, contexto de vida, exames e experiências anteriores. O objetivo é construir um raciocínio clínico claro e compartilhá-lo em uma linguagem que o paciente consiga compreender.
Sua prática reúne consulta psiquiátrica, acompanhamento, revisão diagnóstica, segunda opinião e psiquiatria intervencionista. EMT e cetamina intravenosa podem ser consideradas em casos selecionados, especialmente quando a depressão não respondeu adequadamente a abordagens anteriores.
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01 · PARA QUEM É A CONSULTA
Um espaço para esclarecer o quadro e tomar decisões com mais segurança.
A avaliação pode ajudar tanto quem está iniciando um cuidado psiquiátrico quanto quem precisa revisar um caminho já percorrido.
- Primeira avaliação psiquiátrica detalhada
- Dúvidas ou mudanças no diagnóstico
- Resposta incompleta a tratamentos anteriores
- Efeitos adversos ou dificuldade com medicamentos
- Segunda opinião antes de uma nova conduta
- Avaliação de alternativas para depressão resistente
03 · FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA
Uma trajetória construída entre universidade, hospital, consultório e pesquisa.
- 2012Graduação em Medicina
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
- USPResidência médica em Psiquiatria
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.
- IPq-HCExperiência assistencial
Contato com casos psiquiátricos complexos, urgências e interconsultas em ambiente universitário.
- EINSTEINExperiência profissional hospitalar
Trajetória profissional também relacionada ao Hospital Israelita Albert Einstein.
- ATUALClínica Sinthera · Limeira
Consulta psiquiátrica, segunda opinião e tratamentos intervencionistas para casos selecionados.
04 · ÁREAS DE ATUAÇÃO
Condições avaliadas na prática clínica.
Cada diagnóstico pode se apresentar de maneira diferente. Os links abaixo explicam sintomas, avaliação e possibilidades de cuidado em cada área.
05 · SEGUNDA OPINIÃO
Reavaliar não significa começar tudo de novo.
Uma segunda opinião pode ser útil quando o diagnóstico não parece explicar completamente o que está acontecendo, quando os sintomas mudaram ou quando os resultados do tratamento ficaram abaixo do esperado.
O processo inclui a revisão da história, dos exames, das prescrições e da resposta a cada estratégia. Ao final, o objetivo é que o paciente compreenda as hipóteses consideradas, o que merece ser mantido ou revisto e quais próximos passos podem ser discutidos.
Quero conversar sobre segunda opinião ↗06 · PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Pesquisa internacional sobre cetamina, esquetamina e depressão resistente.
Participar de pesquisa não substitui o julgamento clínico, mas fortalece a capacidade de analisar evidências, reconhecer limites e explicar quando uma intervenção pode — ou não — ser apropriada.
Long-Term Cognitive Outcomes of Esketamine Nasal Spray in Treatment-Resistant Depression: A Preliminary Report
Estudo preliminar que acompanhou desfechos cognitivos no uso prolongado de esquetamina nasal em pessoas com depressão resistente ao tratamento.
Sobreiro MFM, Cavenaghi VB, da Costa LP, Straus Takahashi RE, Fraguas R Jr., et al.
Pharmaceuticals · 18(2):173 · DOI 10.3390/ph18020173Subcutaneous Ketamine in Depression: A Systematic Review
Revisão sistemática das evidências disponíveis sobre cetamina subcutânea em depressão, incluindo eficácia, segurança e limitações dos estudos publicados.
Cavenaghi VB, da Costa LP, Lacerda ALT, Hirata ES, Miguel EC, Fraguas R Jr.
Frontiers in Psychiatry · 12:513068 · DOI 10.3389/fpsyt.2021.513068Efficacy, safety, and tolerability of a single subcutaneous dose of ketamine in treatment-resistant depression in the elderly: a case report
19th IPA/SEPG Joint International Congress · Santiago de Compostela, Espanha
Pôster publicado no Book of Abstracts — International Psychogeriatrics, v. 31, supl. 107 · FILOSOFIA CLÍNICA
Compreender antes de propor.
Uma decisão terapêutica responsável começa pela compreensão do quadro completo: sintomas, história de vida, saúde física, tratamentos anteriores, contexto atual e objetivos pessoais.
O plano é construído em conjunto, com explicações claras sobre benefícios, limitações, riscos e alternativas. O objetivo não é simplesmente trocar uma prescrição, mas organizar o raciocínio clínico e os próximos passos.
PRÓXIMO PASSO
Uma decisão começa por uma avaliação cuidadosa.
Solicitaravaliação↗